quarta-feira, 2 de março de 2011
Aula de Pré História
Bons estudos!!!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Sem carteiras, escola da zona sul de SP faz rodízio de alunos
reportagem abaixo saiu no site do Jornal Folha de São Paulo e os créditos são da jornalista Talita Bedinelli
Na tarde de ontem (15), um cartaz colado no portão da escola estadual Roberto Mange, extremo sul de São Paulo, avisava: não haverá aula hoje para a 6ª A e 6ª B. Motivo: falta de cadeiras e carteiras.
Os alunos das duas salas só descobriram que seriam dispensados das aulas de ontem ao chegar na escola, mas o fato não os surpreendeu.
Desde que as aulas começaram para valer, anteontem, parte das turmas da escola têm se revezado, pois não há lugar para todos sentarem. Em um dia, algumas séries foram mandadas para casa; no seguinte, outras.
Segundo alunos e pais ouvidos pela Folha na porta da escola, anteontem pelo menos uma turma da manhã (de 8ª série) e outra da tarde (de 5ª série) foram dispensadas.
Ontem, além das duas salas de 6ª série que ficaram sem aula à tarde, alunos de ao menos uma 8ª série da manhã também voltaram para casa. Estudantes relataram que o problema se estende ainda a turmas da noite.
"Ontem [anteontem] chegamos aqui adiantados, e nos deparamos com o cartaz dizendo que a turma da minha filha não teria aulas. Faço de tudo para meus filhos não faltarem na escola. É complicado", afirma a dona de casa Marlete Oliveira Silva, 38, mãe de uma aluna da 5ª série que caminha por 25 minutos todos os dias para chegar com a filha à escola.
"O pior é que eles avisam de última hora. As mães vêm com as crianças arrumadinhas e têm que voltar para trás", diz a mãe de outro estudante Silene dos Santos, 45, que acompanhou a frustração dos pais nestes dois dias.
Lucinda Correia Ferreira, 46, também conta que o filho aproveitou a manhã de ontem, quando deveria estar estudando, para ir ao dentista, já que a turma dele da 8ª série foi dispensada porque não havia onde sentar.
DEMANDA
Procurada pela Folha, a diretora da escola, que identificou-se apenas como Sueli, disse que não poderia dar entrevistas. Mas afirmou que a falta de cadeiras e carteiras se deve a uma grande "demanda de estudantes".
Depois dos questionamentos da reportagem, uma funcionária retirou o cartaz colado na porta da escola.
Estudantes afirmam, no entanto, que as cadeiras e carteiras são velhas desde o ano passado e que neste ano nenhuma delas foi trocada.
A Secretaria de Educação diz que a diretoria de ensino da região foi alertada na noite de anteontem e vai apurar.
O colégio está localizado no Jardim Myrna, distrito do Grajaú, em uma das avenidas mais movimentadas da região. Ontem, estudantes de 11 e 12 anos que tiveram aulas, mas foram dispensados quase duas horas antes do horário por falta de professores, corriam pela rua.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Parabéns São Paulo

Sem duvida a cidade que mais influencia o cenário global, pois é considerada a 14º cidade mais globalizada do planeta. Sua história começa com o processo de ocupação e exploração das terras americanas pelos portugueses no século XVI. Seus colonos então fundaram a Vila de Santo André da Borda do Campo em 1553. Nessa época a Companhia de Jesus, a qual José de Anchieta e Manoel da Nóbrega faziam parte, escalaram a serra do mar chegado até então ao planalto de Piratininga onde encontraram "ares frios e temperados como os da Espanha" e "uma terra mui sadia, fresca e de boas águas".
São Paulo, do ponto de vista topográfico, situava-se numa colina plana e cercada por rios, o Tamanduateí e o Anhangabaú, neste lugar no ano de 1561 foi fundada pelos jesuítas a Vila São Paulo. Separados da costa pela barreira natural, os primeiros colonizadores e os missionários se voltaram cada vez mais para o sertão, percorrendo cominhos com a ajuda de índios e utilizando-se da rede fluvial pelo Tietê, o Paranaíba e outros rios.(Fausto,2008)
Em 1681, São Paulo é considerada cabeça da Capitania de São Paulo e, em 1711 a Vila foi elevada a categoria de Cidade. Em 1825, inaugurou-se o primeiro jardim público de São Paulo, o atual Jardim da Luz, com isso percebemos uma preocupação com o desenvolvimento urbanístico da cidade.
No inicio do Século XIX, com a independência do Brasil a cidade firma-se como capital da província e também sede de uma Academia de Direito, e se torna um importante núcleo de atividades intelectuais e políticos.
Ao longo dos anos a cidade passou por profundas transformações econômicas e sociais
tendo em vista a expansão da lavoura cafeeira em varias regiões paulistas, a construção da estrada de ferro e do grande numero de imigrantes europeus que chegavam à cidade.
Estes fatores vão contribuir para grandes transformações urbanas na cidade. Os bairros do Brás e da Lapa se tornaram em bairros operários devido ao grande numero de indústrias que se concentravam próximas aos trilhos da estrada de ferro, nas várzeas dos rios Tietê e Tamanduateí. A região do Bexiga foi ocupada, basicamente, pelos imigrantes italianos e a Avenida Paulista e adjacências, com suas áreas arborizadas, arejadas e elevadas foi ocupada pelos palacetes dos grandes cafeicultores da época.
Em 1911 a cidade ganha seu Teatro Municipal, obra do arquiteto Ramos de Azevedo, se tornou palco de espetáculos operísticos com finalidade de entretenimento elegante para elite paulistana. m 1922, Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Luís Aranha, entre outros intelectuais e artistas, iniciam um movimento cultural que assimilava as técnicas artísticas modernas internacionais, apresentado na célebre Semana de Arte Moderna, no Teatro Municipal.
Em 1932 a Revolução Constitucionalista que transformou a cidade numa verdadeira praça de guerra, onde se inscreviam os voluntários, se armavam estratégias de combate e se arrecadavam contribuições da população amedrontada, mas orgulhosa de pertencer a uma "terra de gigantes".
A derrota de São Paulo e sua participação restrita no cenário político nacional coincidiu, no entanto, com o florescimento de instituições científicas e educacionais. Em 1933, foi criada a Escola Livre de Sociologia e Política, destinada a formar técnicos para a administração pública; em 1934, Armando Salles de Oliveira, interventor do Estado, inaugurou a Universidade de São Paulo em 1935, o Município de São Paulo ganhou na gestão do prefeito Fábio Prado, o seu Departamento de Cultura e de Recreação.
Nesse mesmo período, a cidade presenciou uma realização urbanística notável, que testemunhava o seu processo de "verticalização": a inauguração, em 1934, do Edifício Martinelli maior arranha-céu de São Paulo, à época, com 26 andares e 105 metros de altura!
A década de 40 foi marcada por uma intervenção urbanística sem precedentes na história da cidade. O prefeito Prestes Maia colocou em prática o seu "Plano de Avenidas", com amplos investimentos no sistema viário. Nos anos seguintes, a preocupação com o espaço urbano visava basicamente abrir caminho para os automóveis e atender aos interesses da indústria automobilística que se instalou em São Paulo em 1956.
Simultaneamente, a cidade cresceu de forma desordenada em direção à periferia gerando uma grave crise de habitação, na mesma proporção, aliás, em que as regiões centrais se valorizaram servindo à especulação imobiliária.
Em 1954, São Paulo comemorou o centenário de sua fundação com diversos eventos, inclusive a inauguração do Parque do Ibirapuera, principal área verde da cidade, que passou a abrigar edifício diversos projetados pelo arquiteto Oscar Niemayer.
Nos anos 50, inicia-se o fenômeno de "desconcentração" do parque industrial de São Paulo que começou a se transferir para outros municípios da Região Metropolitana (ABCD, Osasco, Guarulhos, Santo Amaro) e do interior do Estado (Campinas, São José dos Campos, Sorocaba).
Esse declínio gradual da indústria paulistana insere-se num processo de "terceirização" do Município, acentuado a partir da década de 70. Isso significa que as principais atividades econômicas da cidade estão intrinsecamente ligadas à prestação de serviços e aos centros empresariais de comércio (shopping centers, hipermercados, etc). As transformações no sistema viário vieram atender a essas novas necessidades. Assim, em 1969, foram iniciadas as obras do metrô na gestão do prefeito Paulo Salim Maluf.
A população da metrópole paulistana cresceu na última década, de cerca de 10 para 16 milhões de habitantes. Esse crescimento populacional veio acompanhado do agravamento das questões sociais e urbanas (desemprego, transporte coletivo, habitação, problemas ambientais...) que nos desafiam como "uma boca de mil dentes" nesse final de século.
Então só terminar este artigo com um enorme PARABÉNS minha cidade tão querida.
Parabéns São Paulo
Bibliografia
Fausto, B. (2008). História do Brasil. Sao Paulo: Edusp.
Sampa Art. (2010). Acesso em 25 de Janeiro de 2011, disponível em Sampa Art: http://www.sampa.art.br/historia/saopaulo/
Boas Vindas
Depois de umas boas férias eis que estou de volta para atualizar o nosso blog!!!!!
Desejo a todos um 2011 repleto de muita paz e muitas energias boas!
Em breve estarei postando novos artigos para aqueles apaixonados em história e tb alguns trabalhos acadêmicos...aguardem!!!!
Forte abraço e divirtam-se
Prof. Marcos L.
sábado, 4 de dezembro de 2010
O Imaginário da Competência
É extremamente complicado falar sobre competência sem usar os clichês básicos para tal palavra. De cada dez pessoas que pedimos para definir esta palavra, todas, absolutamente todas elas irão cair no senso comum e definir competência como “a capacidade de se fazer algo bem feito”
A palavra competência tornou-se de certa maneira estritamente para definições de habilidades profissionais, segundo afirmação de alguns estudiosos, ela seria pensada como um conjunto de habilidades e atitudes. Segundo a autora Maria Tereza Leme Fleury, a competência tanto na literatura acadêmica, como nos textos que fundamentam a pratica administrativa, a referencia que baliza o conceito de competência e a tarefa e o conjunto de tarefas pertinente a um cargo (Fleury, 2001).
Também percebemos que o trabalho deixou de ser apenas um monte de tarefas ligadas diretamente ao cargo, mas sim, torna-se a extensão direta da competência que cada individuo mobiliza em torno de determinada situação profissional, que cada vez mais se torna mutável e complexa, lembrando que, é esta complexidade que torna o imprevisto cada vez mais cotidiano e rotineiro.
Como podemos perceber a esta palavra esta intimamente ligada à palavra administrativa, o que nos remete a uma questão, Competência, somente serve para demonstrar agilidades profissionais?
Em busca de uma resposta diferente para o termo, indaguei algumas pessoas em busca de uma nova definição, mas para minha surpresa, ou não, com algumas formas mais simples e outras mais complexas, competência foi definido como:
1) Capacidade de se fazer algo bem feito;
2) Capacidade de saber delegar de maneira inteligente e eficaz, obtendo bons resultados;
3) Capacidade de se organizar como profissional, criar novas habilidades com a finalidade de crescimento
Outro fato que chama bastante a atenção sobre este estudo é a fórmula bastante curiosa entre trabalho e esporte, e pasmem, o resultado é eficiência e competência. Para o autor Alain Ehrenberg, “a referência ao esporte esta baseada na banalidade mais degradante, e sua inserção nas técnicas de motivação dos empregados” (Ehrenberg, 2010). A prática de esporte faz com que o funcionário fique mais disposto e com isso produza mais, tornando-se assim, do ponto de vista empresarial um funcionário competente.
Parece que a pratica de uma atividade esportiva torna-se um estimulante em determinadas sociedades, Ehrenberg também vai dizer que o impacto do esporte se deu em dois níveis simultâneos: na sociedade francesa de um modo geral, com a mudança de atitudes com respeito ao sucesso social; e na empresa, com os modos de ação empreendedora, afetando as concepções sobre as políticas de gestão de pessoal, ao mesmo tempo em que reorganizando as políticas de demissão e de reinserção profissional.
Claro que não podemos deixar de lado a questão do aumento do consumo de medicamentos psicotrópicos, pois a busca excessiva pela competência leva algumas pessoas a uma crise de identidade em determinados momentos da sua vida. Vivemos em uma sociedade que busca por resultados imediatos e a não realização destes resultados tendem a gerar uma inquietude e até mesmo uma depressão nervosa.
Por conta disso algumas pessoas recorrem ao uso de antidepressivos, visando neles à cura para seus conflitos, geralmente após o uso tornam-se mais confiantes e capazes de realizar tais atividades, talvez possam ver isso como a volta da sua competência.
Podemos citar algumas empresas que trabalham em prol os seus colaboradores, é o caso da Google, Microsoft e Apple, onde seus funcionários mais parecem estar em um parque de diversões do que em um local de trabalho. Este estilo de empresa motiva seus funcionários a desenvolverem seu potencial de tal forma, que os mesmos se sentem absolutamente capazes de fazer o que fazem, sentem-se competentes com tudo aquilo que produzem.
Bibliografia
Ehrenberg, A. (2010). O CULTO DA PERFORMANCE. Da Aventura empreendedora à depressão Nervosa. São Paulo: Idéias e Letras.
Fleury, M. T., & Fleury, A. (2001). Construindo o Conceito de Competência. RAC, Edição Especial , 183-196.
Hobsbawn, E. (2000). Os Trabalhadores - Estudo sobre a História do Operario. São Paulo: Paz e Terra.
Kurz, R. (11 de 02 de 1996). O Torpor do Capitalismo. Acesso em 15 de 11 de 2010, disponível em Blog: http://blog.controversia.com.br/2007/05/16/o-torpor-do-capitalismo/
Lafargue, P. (2003). O Direito a Preguiça. São Paulo: Editora Claridade.
SP aprova lei para manter professor temporário por mais tempo
Professores que não são contratados eram obrigados a deixar o cargo após 12 meses, mesmo que fosse no meio o ano letivo
A Secretaria de Educação de São Paulo mudou as regras de contratação de professores temporários, que são quase metade dos que trabalham na rede estadual de ensino. O contrato feito por 12 meses passa a pode ser expandido até o fim do ano letivo vigente. Assim professores contratados em março não são obrigados a cumprir uma quarentena fora do sistema em pleno ano letivo, o que deixava alunos sem professor.
“Os serviços prestados pelos docentes temporários nos termos atuais não devem ser interrompidos, sob a pena de se comprometer todo o trabalho pedagógico em curso. Há também que se possibilitar o prosseguimento da contratação de um ano para o outro, para se ter condição de suprir ausência de professores com substitutos, admitidos sob as novas condições”, afirmou o Secretario Paulo Renato Souza. “As novas medidas vêm ao encontro dos pedidos dos professores temporários, uma reivindicação que achamos justa e estamos atendendo com a nova lei”, complementou.
Enquanto os professores ficavam impedidos de assinar um novo contrato temporário, muitas classes ficavam sem aulas.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
DEMOROU MAS FINALMENTE SAIU A DATA DA PROVA DOS PROFESSORES TEMPORÁRIOS
Comunicado Drhu – 33, de 23-11-2010
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA DOCENTES
O Diretor do Departamento de Recursos Humanos da
Secretaria de Estado da Educação, comunica que a Prova para
os professores não efetivos e para os candidatos à docência,
devidamente inscritos no processo de atribuição de aulas 2011,
será realizada no dia 5 de dezembro de 2010, observando o
que segue:
1 – Horário das provas:
A – Manhã: Início às 8h30 – Duração: 4 horas:
a) Campo de Atuação Aulas: Alemão, Arte, Biologia, Ciências
Físicas e Biológicas, Educação Física, Espanhol, Filosofia, Física,
Francês, Geografia, História, Inglês, Italiano, Japonês, Língua
Portuguesa, Matemática, Psicologia, Química, Sociologia, e
b) Campo de Atuação: Educação Especial.
B – Tarde: Início às 14h30 – Duração 4 horas: Campo de Atuação Classe
2 – Após 1º de dezembro o candidato deverá consultar o
site http://www.educação.sp.gov.br e verificar o local das provas.
3 – a prova para o docente/candidato de Etnia Indígena
será aplicada no dia 12 de dezembro, em locais e horários a
serem definidos em Edital a ser publicado pela Coordenadoria
de Estudos e Normas Pedagógicas – CENP.